quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Pílulas de contra-cultura II: Amor

Como esquecer o amor, se somente por meio dele
posso experimentar a verdadeira vida???

Ter? Saber? Prazer? Pra quê, se, sem amor, eu nada seria?

"...fundir o espaço e o tempo,
vencer as tentações rasteiras do instinto animal,
só é dado a quem vê no amor o único portal"
Trecho de Seresta Sertaneza, de Elomar Figueira Melo

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Pílulas de contra-cultura I: Sexo

Quem disse que nossos desejos sexuais são imperativos?
Seu desejo é uma ordem?
Nada disso!
São desejos, não são ordens!
É hipocrisia fingir que não temos desejos.
Mas é exagero dizer que somos escravos deles!
Que os desejos sexuais sirvam à humanidade e não o contrário!
Podemos ter uma sexualidade sadia, pela graça de Deus!
Deus abençoe a todos!

sexta-feira, 27 de março de 2009

O ordinário cotidiano

Sabe por que não publico textos com frequência?
Porque isso nunca fez parte do meu cotidiano.
Sempre foi um esforço.
Sempre um parto.
Ocorre que o bebê sempre existiu.
O bebê é a idéia e a idéia não me falta.
Mas os meus bebês não nascem em blogs.
Meus bebês nascem naquilo que é meu dia-a-dia.
No meu cotidiano, o parto é normal.
No Blog é cesariana. É antinatural.

Mas se houver a necessidade...
Se a mãe ou o bebê correrem riscos com o parto normal, que se faça a intervenção cirúrgica!

Confiram:

TV Câmara, Programa "Sempre um Papo", Entrevistada: Adélia Prado,
http://www.sempreumpapo.com.br/audiovideo/player.php?id=127

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Bem-Vindos ao espetáculo!!



Respeitável público, senhoras e senhores presentes neste maravilhoso espetáculo!!!

É motivo de muito júbilo e também um grande prazer poder saudá-los com meus vivas, além de poder compartilhar com vocês este momento tão sublime, em que nos deparamos com aquele pelo qual esperávamos ansiosamente há tanto tempo!

Muito me admira o fato de ter sido agraciado com hercúleo mister, a saber, este de lhes anunciar aquele que, mesmo ao vaguearem no labirinto dos glossários, os letrados vacilam ao descrever.
E somente me desincumbo desta dificílima tarefa quando imbuo-me do amor e do sonho tornando-me Seu arauto, pois a estrela deste espetáculo é Rei no Reino do Amor e do Sonho!

É o inspirador das musas inspiradoras, é quem preside o Parnaso, o doador de sonhos, o sedutor dos ânimos e paixões dos homens, quem os enche do gosto pela vida!

É o inventor do riso! da graça! da delicadeza! do frio na barriga! do cheiro da chuva! do barulho da água corrente! da beleza da infância... da força da juventude... da sabedoria dos anciãos...

É o escultor do pão-de-açúcar, o esteticista que botou mamilo no homem e a sobrancelha na humanidade, o bem-humorado criador do ornitorrinco, do hipopótamo e do bicho-preguiça...

Ele é manso como pomba, é o Rei da Leveza e, de tão leve, anda sobre as águas e reina sobre os ventos, muitas vezes confundindo-se com eles.
Todos os dias, antes de cobrir a terra pra dormir com um cobertor escuro com uns furinhos chamados estrelas, ele brinca de colorir o céu com um novo pôr-do-sol, tal como fez, senhoras e senhores, antes do inefável espetáculo desta noite!

Se vocês o reconhecem, atentos espectadores, quero crer que, exatamente agora, um sorriso irretocável em seus rostos há de confirmar a mais precisa impressão que guardam dele.

Mas se ainda não o conhecem, ou se duvidam das palavras ditas por este arauto até aqui, lembrem-se:
Ainda é noite... O dia logo vem!

Que abram-se as cortinas!
Haja Luz!
Recebam-no: a Estrela da Manhã, o Pai das Luzes, o Dia, Jesus Cristo!

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Esperança

O mundo precisa de magia!
O mundo precisa de encanto!
O mundo precisa de Deus!
O mundo precisa tanto!!

Tanto que nem sabe!
Tanto que nem vê!
Tanto, porém, que sente!
E sente que precisa Dele!

Precisa tanto e sente que precisa,
que nem precisa o que sente,
e sente de maneira inconsequente...
sente tudo e sente tanto,
que de tanto sentir,
já não sente mais nada!

E é aí que o ser se rende...
se rende à magia...
se rende ao encanto...
se rende a Deus!
e se rende tanto...
que sabe e sente
precisamente!